1. Um pequeno testemunho
Neste ano, no 1º Encontro de Irmãos Evangélicos e Católicos de Lavrinhas – SP, em 30 de abril a 01 de maio deste ano, vários cristãos, de várias denominações, todos participantes da experiência pentecostal, impressionou-me muito o testemunho de um pastor que afirmava ser o “derramamento do Espírito o meio para unir os cristãos”.
Narrou na oportunidade uma parábola, que procurarei dizer como me recordo:
Dizia ele que Deus derramou seu Espírito em Pentecostes e formou como se fosse um lago, a Igreja, onde todos os patos nadavam. Mas os homens vieram e fizeram diversas cercas separando os patos. O Senhor Deus pediu insistentemente que se retirassem as barreiras, mas os homens desobedeceram.
Então o Senhor derramou mais abundantemente a Água do Espírito fazendo com que o nível sobrepujasse as cercas. E asim com o lago, a Igreja, cheio, transbosdante do Espírito, não tinha mais cercas separando os patos.
E ele concluía com uma grande risada: “Pelo derramamento do Espírito a pataiada toda vai nadar junta. É o pato católico, é o pato luterano, é o pato da assembléia, a pataiada toda nadando junta”.
2. RCC e ecumenismo
“Toda a história e experiência da Renovação Carismática na Igreja Católica indica que a renovação no Espírito tem um chamado ecumênico especial, O mesmo Espírito de Pentecostes que chama à evangelização inspira o cristianismo a promover a unidade de todos os cristãos e a desenvolver a paz e a justiça da humanidade. A divisão entre os cristãos ‘contradiz abertamente a vontade de Cristo e se constitui em escândalo para o mundo, como também prejudica a... pregação do Evangelho a toda criatura" (UR 1). A urgência do chamado a evangelizar indica a urgência e o chamado para restabelecer a unidade entre todo o povo de Deus’” .
O fundamento da unidade entre os cristãos deve ser visto no sacramento do batismo: "Pelo sacramento do batismo somos verdadeiramente incorporados em Cristo e à sua Igreja e regenerados em vista da vida nova no Espírito”
3. O “ministério da reconciliação” a serviço da unidade dos cristãos:
O diálogo ecumênico na RCC sofreu “certo esfriamento” durante esses anos em que o movimento esteve presente na Igreja. A partir da iniciativa da Comunidade de Jesus, no Brasil, através de Mateo Calisi, fundador da comunidade na Itália, e com o apoio da CNBB, realizou-se em Lavrinhas um1º ENCONTRO DE IRMÃOS EVANGÉLICOS E CATÓLICOS DE LAVRINHAS de 30 abril a 01 maio 2008. O Congresso Teológico Pastoral da RCC pretende dar continuidade a essa reflexão.
O Encontro de Lavrinhas:
Às vésperas do centenário da Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos (1908-2008), cento e setenta pessoas – de aproximadamente vinte Comunidades cristãs diferentes – se uniram em adoração, escuta da Palavra de Deus e testemunho da busca fraterna da unidade, conforme a prece de Jesus: “Pai... que todos sejam um, para que o mundo creia” (Jo 17,21-23).
Além do Batismo que congrega a todos no Corpo de Cristo, os participantes tinham em comum sua experiência carismática. Em uníssono, testemunhavam a renovação que o Espírito Santo suscitou em suas vidas e ministérios pastorais, crendo firmemente que tal experiência pode favorecer a unidade dos cristãos, conjugando santidade e unidade no discipulado do Evangelho.
Provenientes na sua maioria de várias cidades brasileiras, entre os participantes do Encontro de Lavrinhas estavam também irmãos e irmãs da Itália, Inglaterra, Estados Unidos, Chile e Argentina. O propósito desta presença foi partilhar o caminho já percorrido naqueles países, entre católicos e pentecostais de diferentes denominações. Além dos Congressos católico-pentecostais realizados em muitos países, a experiência mais próxima do Brasil vem da Argentina: trata-se da Comunhão Renovada entre Evangélicos e Católicos no Espírito Santo – CRECES. Com sua experiência e ardor, os irmãos e irmãs da CRECES testemunharam que o caminho da unidade pode ser trilhado, a partir da oração ecumênica. O chamado “ecumenismo espiritual” tem sido vivido por eles de modo intenso e comprometido, inaugurando vias inéditas de testemunho e forjando uma plataforma fraterna para futuros desdobramentos no diálogo católico-pentecostal.
De certo modo, foi algo similar que se deu durante os dois dias do Encontro de Lavrinhas, no Brasil. Os participantes adoravam o Deus Uno e Trino, expressavam com alegria seu louvor, oravam uns pelos outros e ouviam a Palavra de Deus ministrada pelos preletores. Foi interessante notar que – usando menos a palavra “ecumenismo” e muito mais a palavra “unidade” – todos vivenciaram momentos preciosos e espontâneos do que se tem caracterizado como encontro ecumênico.
Como caracterizar o Encontro de Lavrinhas? Batismal, fraterno, generoso, intenso, alegre, comprometido, esperançoso, discipular, bíblico, cristocêntrico, histórico. Na voz de muitos participantes, um momento oportuno da graça, um kairós.
A seguir o texto do Dr. Pe. Marcial Maçaneiro SCJ apresentado após o Encontro de Lavrinhas (citado acima), excluído o testemunho pessoal, que aqui, nesta “de provocação” inicial, foge do propósito.
(1) Queridos irmãos e irmãs, graça e paz no Senhor Jesus sejam com todos vocês! Começo esta minha preleção (que assume também o tom de testemunho) remontando a 1Cor 12 e Rm 12 – em cujas linhas o apóstolo Paulo discorre admiravelmente sobre a “unidade na diversidade” do Corpo de Cristo. Vemos claramente que – no texto, bem como na história – diversidade não significa necessariamente “divisão”, como unidade não significa necessariamente “uniformidade”. Todos sabemos que a Igreja de Cristo é chamada a ser universal (katholiké ekklesía) sem, contudo, tornar-se uniforme.
(2) A matriz primeira e última desta “unidade na diversidade” não é um instituto religioso humano, nem mesmo uma regra apostólica. Mas a vida do Pai e do Filho, no Espírito Santo: a Trindade, meus queridos, é una ediversa na sua perfeita comunhão. O Pai não é o Filho nem o Espírito; o Espírito não é o Pai nem o Filho; o Filho não é o Pai nem o Espírito. E, contudo, os três partilham a mesma divindade, a mesma glória, a mesma honra, a mesma santidade e onipotência, sem confusão nem divisão. Professamos Um e Trino Deus. Eis, pois, a matriz de nossa comunhão: diferentes, mas unidos; distintos, mas nunca separados; de maneira que a comunhão resulta da união dos diferentes no único Corpo de Cristo. Como dizem os cristãos do Oriente: a Igreja é ícone da Trindade.
(3) Disto decorre que a unidade que tanto buscamos – dom de Deus que hoje queremos acolher para nela progredir – não diminui ou se perde com a diversidade de dons e ministérios, de ênfases e linguagens que a Igreja reuniu ao longo dos séculos. A diversidade favorece a comunhão, sempre que se comporta como “diversidade reconciliada”. A comunidade apostólica o experimentou quando Paulo foi pregar aos gentios, quando Pedro teve de sentar-se à mesa com os gregos, quando a Igreja discerniu que o Evangelho era para toda raça, língua e nação (cf. At 15,22-29; At 17,19-23; Gal 2). Pentecostes é o grande marco desta diversidade em comunhão, quando judeus, persas, árabes, gregos, líbios, romanos, egípcios e prosélitos de origens diferentes ouviam a Palavra Deus da boca de Pedro, cada qual na própria língua (cf. At 2,5-11 na linha de Joel 2,28-29).
(4) A diversidade fere a unidade quando a falta de reconciliação entre os membros põe em risco a comunhão do inteiro Corpo. Assim, o que o Espírito Santo promove entre nós é uma “diversidade reconciliada” fiel à proposta de Romanos 12, como também de João 15 – onde a metáfora do Corpo dá lugar à metáfora da Videira e os ramos. Notem, queridos irmãos, que no texto joanino Jesus não diz “eu sou o tronco”, mas sim “eu sou a Videira verdadeira”, indicando que Ele é a união de tronco e ramos, vivificados pela mesma seiva interior que é o Espírito Santo. Daí as noções bíblica, teológica e prática de koinonia (em grego) oucommunio (em latim): a co-participação dos santos na Santidade de Deus; a co-cidadania dos santos na Jerusalém celeste; a conciliação dos santos no Corpo de Cristo, com toda a riqueza de dons, serviços e carismas.
(5) O magistério da Igreja Católica tem insistido nisso desde o Concílio Vaticano II (cf. Unitatis redintegratio 2 e 16; também Ut unum sint 61). O Bispo de Roma Bento XVI declarou: “A unidade não significa uniformidade em todas as expressões da teologia e da espiritualidade, nas formas litúrgicas ou na disciplina”, mas requer o “respeito pela plenitude multiforme da Igreja” (Discurso por ocasião do encontro ecumênico no palácio episcopal de Colônia de 19-8-2005, e Discurso à delegação do Patriarcado Ecumênico de Constantinopla de 30-6-2005, respectivamente).
(6) Recordo ainda um princípio bíblico importante: a diversidade de dons e ministérios na Igreja concorre para a unidade, porque é fruto da ação do Espírito Santo (cf. Ef 4,7-13; Rm 12,4-11). Isto pede de nossas Igrejas o exercício sincero e inteligente do discernimento (nos níveis histórico, doutrinal e espiritual) para reconhecer os fatores de divisão – supostamente saudáveis no mosaico de elementos do Corpo de Cristo – mas na verdade perniciosos, porque não procedem do Espírito e sim da limitação humana. Nisto percebemos a dimensão de pecado que a divisão comporta, quando causada pelas nossas infidelidades e desamor mútuo.
(7) No âmbito ecumênico, cresce cada vez mais a consciência de que a promoção da unidade passa pela reconciliação dos cristãos. Além das questões teológicas pendentes (muitas das quais em vias de solução mediante o método do diálogo de convergências), o que nos falta é reconciliação: aceitação mútua, reconhecimento do tesouro de graça da outra comunidade, gratidão por quem evangelizou antes de nós, acolhimento de carismas complementares, estima recíproca e perdão das faltas passadas.
(8) Neste aspecto, observo que nasce entre nós uma nova geração: a geração da cura. Pois temos constatado o quanto corações feridos pela divisão se sentem bloqueados e impedidos no diálogo ecumênico. Quem foi ferido pela divisão, pelo proselitismo agressivo, pela acusação recíproca e até pelo ódio religioso, traz uma chaga profunda – uma chaga espiritual – registrada na memória e nos afetos. Neste caso, o diálogo interconfessional requer como condição prévia a cura da memória – a purificação das feridas passadas, que permite o acolhimento da graça numa condição nova. A isto chamamos “reconciliação”. Parece-me evidente que o Senhor tem-nos agraciado com uma geração curada, que – embora sinta a dor das divisões – não se limita diante dela e cresce em esperança e ação no caminho da unidade cristã. A dor existe, mas a ferida cicatrizou. Esta geração jovem, porém, precisa dos “pais” (pastores, presbíteros, bispos e teólogos) para avançar na via da comunhão, amparada pelos resultados que se consolidaram antes.
(9) Dito isto, proponho que ouçamos, juntos, a Palavra de 2Cor 5,18-20: “Ora, tudo isto provém de Deus, que nos reconciliou consigo mesmo por meio de Cristo e nos deu o ministério da reconciliação, a saber, que Deus estava em Cristo reconciliando consigo o mundo, não imputando aos homens as suas transgressões, e nos confiou a palavra de reconciliação. De sorte que somos embaixadores em nome de Cristo, como se Deus exortasse por nosso intermédio. Em nome de Cristo, pois, rogamos que vos reconcilieis com Deus” (Bíblia, tradução João Ferreira de Almeida Revista e Atualizada).
(10) Em Efésios 2,11-22 vemos a dimensão histórica desta reconciliação: Deus, de dois povos (judeus e gentios) fez um só em Cristo, criando a nova humanidade, no vínculo da paz. A partir daí, todos – judeus e gentios – formamos o novo Povo de Deus e temos acesso ao Pai, por Jesus Cristo, no mesmo Espírito (cf. vv. 14-18). Já em Colossenses 1,13-23 vemos a dimensão cósmica da mesma reconciliação: “Aprouve a Deus que nele (Cristo) habitasse toda a plenitude e que, havendo feito a paz pelo sangue da sua cruz, por meio dele, reconciliasse consigo mesmo todas as coisas, quer sobre a terra, quer nos céus” (vv. 19-20). A reconciliação, portanto, tem a extensão da redenção: até onde o Redentor alcança a humanidade e o mundo com a justificação, até lá se estende igualmente sua reconciliação.
(11) Neste horizonte reconciliado – que une judeus e gentios, terra e céus – a Igreja foi estabelecida por Cristo como sinal, instrumento ou (na linguagem patrística) sacramento de reconciliação: “Deu-nos o ministério da reconciliação; confiou-nos a palavra da reconciliação”. A história passada e presente, que ora estamos testemunhando, mostra que – por vontade e mandato do Senhor – a Igreja, seu Corpo, serve à salvação da humanidade e do mundo como diaconisa da reconciliação. Não se trata de uma opção secundária ou um adendo à missão eclesial. Trata-se de um verdadeiro ministério ou diaconia, como diz Paulo na expressão grega: diakonía tès katallàghes (2Cor 5,18).
(12) Traduzindo isto para o âmbito ecumênico, cremos que o serviço à unidade da Igreja seja um modo específico de exercer este ministério de reconciliação. O termo grego é claro quando diz diakonía – indicando que tal serviço dá trabalho, compromete, solicita boa vontade e adesão, requer disposição sincera e metodologia adequada. A unidade do Corpo de Cristo resulta da graça que nos reconcilia, fazendo da Igreja uma comunidade de reconciliados. Então, sim, a Igreja brilhará no mundo como sinal – histórico, místico e cósmico – da reconciliação que Cristo nos conquistou, justificando-nos e dando-nos acesso ao Pai, num só Espírito.
(13) Na agenda ecumênica temos elementos teológicos e doutrinais, temos elementos práticos e missionários – sempre alicerçados sobre a base comum do nosso Batismo e sob a comum inspiração do Paráclito. Porém, o progresso de cada elemento depende do quanto somos reconciliados em Cristo e do quanto vivemos reciprocamente tal reconciliação. Muitas vezes, a falta de unidade não indica falta de doutrina, mas falta de reconciliação. Creio que este exercício ou diaconia possa desenvolver-se muito com a contribuição pentecostal-carismática. Pois a reconciliação é obra de Cristo no Espírito Santo, e onde está o Espírito supõe-se que seja derramada a graça da reconciliação que Cristo nos garantiu na sua Páscoa. Seria extremamente promissor que o movimento pentecostal-carismático – perpassando Igrejas, Comunidades e ministérios vários – exercitasse este ministério de reconciliar os cristãos no único Corpo de Cristo, sob a graça do Espírito Santo. Não é esta a mensagem universal de Pentecostes?
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(17) Agrada-me o que disse, com justeza, o teólogo franciscano Boaventura – ao falar, no século XII, sobre os dons do Espírito Santo na Universidade de Paris (cf. BUENAVENTURA. “Colaciones sobre los siete dones del Espíritu Santo”, in Obras de San Buenaventura, Madrid, BAC, p. 431ss). Boaventura diz que a Teologia é um saber que se nutre da Revelação pelo dom de ciência. Pois este dom nos assiste triplamente na busca da Verdade: 1) ciência filosófica: buscar a Verdade enquanto cognoscível. 2) ciência teológica: buscar a Verdade enquanto crível. 3) ciência gratuita: buscar a Verdade enquanto amável. E esta Verdade, cognoscível, crível e amável é Jesus Cristo “caminho, verdade e vida” (Jo 14,6).
(18) Além do mais, tenhamos sempre presente que a vida carismática supõe a vida teologal em fé-esperança-amor (cf. 1Cor 13,13). Essas três virtudes se chamam apropriadamente “teologais” porque, através delas, a própria Trindade habita e opera em nós. E como pode a Trindade habitar em criaturas tão pequenas e finitas? Pelo Amor divino em Pessoa: o Espírito Santo, hóspede da alma, é o doador da vida teologal – Aquele que nos introduz na vida divina, e introduz a vida divina em nós. Por isso, Agostinho sugeriu que nosso ser possui uma “interioridade trinitária”, pois nós somos uma analogia finita da Trindade infinita (imago Dei). Humanos, somos movidos interiormente pelo intelecto, pelamemória e pela vontade – chamadas classicamente de “três potências da alma”. Ora, a Trindade que nos habita pelas virtudes teologais deseja viver em comunhão plena com nosso ser, de modo que as três virtudes buscam nossas três potências interiores: 1) A fé busca a inteligência. 2) A esperança procura a memória. 3) O amor busca a nossa vontade. Assim, aplicamos nossa inteligência à fé; oferecemos nossa memória à esperança; e entregamos nossa vontade ao amor.
(19) Vejam, queridos irmãos e irmãs, quanto podemos aprender e crescer com esta intuição teológica – visto que Teologia é justamentefides quaerens intellectum (a fé em busca da inteligência). Todo o fluir dos carismas (efusos) se alicerça sobre a vida teologal (infusa) com a adesão da nossa inteligência, memória e vontade (cf. Mc 12,30). Pode haver vida teologal sem vida carismática; mas não pode haver vida carismática sem vida teologal. E ambas procedem do Espírito Santo.
(20) Em nosso serviço de reconciliação dos cristãos, não tenhamos receio do estudo bíblico, da cultura histórica e teológica, como instrumento à disposição da graça. Deus não exige a humilhação da inteligência no ato de fé. O que Ele pede, é a humildade – distinta da humilhação. Pois admitir o Mistério é também um ato de inteligência. Paulo diz que quando nos expressamos em línguas, louvamos com nossos afetos e também com nossa inteligência (cf. 1Cor 14,15). E Pedro nos exorta a dar razões à esperança que professamos na fé (cf. 1Pd 3,15). Hoje, o Senhor pede de nós a reconciliação entre “ecumenismo espiritual” e “ecumenismo doutrinal”, entre Ocidente e Oriente, entre nosso pastorado e o governo das Igrejas, entre dons carismáticos e dons hierárquicos, visto que “toda boa dádiva e todo dom perfeito provém do alto, descendo do Pai das luzes, em Quem não pode existir variação ou sombra de mudança” (Tg 1,17).
MAÇANEIRO Marcial SCJ (dehoniano) é brasileiro. Doutor em teologia pela Pontifícia Universidade Gregoriana de Roma. Assessor da CNBB para o diálogo ecumênico e inter-religioso. Docente de teologia na
Faculdade Dehoniana e na Pós-graduação em Catequética da Universidade Católica de Goiânia. Pregador e editor da revista “Teologia em Questão”.
O texto citado: “Pai... que todos sejam um” (Jo 17,21) – 1º ENCONTRO DE IRMÃOS EVANGÉLICOS E CATÓLICOS DE LAVRINHAS (Brasil) 30 abril – 01 maio 2008: MEMÓRIA & DISCERNIMENTO
Comissão Episcopal Pastoral para o Ecumenismo e o Diálogo Inter-religioso CNBB
